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Análises

Artigos que cruzam os dados desta plataforma com análise estatística e leitura epidemiológica — escala da dengue, excesso de mortalidade, desigualdade, custos hospitalares e método.

Por Pedro FernandesMestrando em Saúde Coletiva (IAMSPE); Pós-graduando em Inteligência Artificial e Ciência de Dados em Saúde (Hospital Sírio-Libanês).

·9 minciência de dadosengenharia de dadosdados abertos

Inteligência epidemiológica a custo zero: a arquitetura por trás da plataforma

Como transformar gigabytes de microdados do DataSUS em uma API pública, reproduzível e gratuita — uma nota técnica na fronteira entre saúde coletiva e engenharia de dados.

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·7 mindesigualdadedeterminantes sociaisqualidade do dado

Vulnerabilidade e mortalidade: o paradoxo do sub-registro

Seria de esperar que municípios mais vulneráveis tivessem maior mortalidade. O dado mostra correlação fraca e até negativa — e a explicação é metodológica.

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·7 minmortalidade infantilSINASCSIM

Mortalidade infantil no Brasil: um gradiente que persiste

A taxa nacional ronda 12,6 por mil nascidos vivos — mas esconde uma distância de duas vezes entre o Sul e o Norte/Nordeste. Cruzando SINASC e SIM.

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·8 minSIHinternaçõesgestão

Internações pelo SUS: para onde vão R$ 63 bilhões

Quase 40 milhões de internações em três anos. Uma leitura do volume, da permanência, da mortalidade hospitalar e do custo por capítulo da CID-10.

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·7 mindengueSINANepidemiologia

A epidemia de dengue de 2024: anatomia de um recorde

Com 6,56 milhões de casos prováveis, 2024 foi o maior surto de dengue já registrado no Brasil. O que os microdados do SINAN revelam sobre escala, sazonalidade e letalidade.

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·6 minmortalidadeCID-10transição epidemiológica

As principais causas de morte no Brasil pela CID-10

Doenças do coração lideram, seguidas por neoplasias e causas respiratórias. Uma leitura das categorias que mais matam e do que elas revelam sobre transição epidemiológica.

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·8 minmortalidadeSIMexcesso de mortalidade

Excesso de mortalidade no Brasil (2020–2024): o que sobrou da pandemia

Comparando o observado ao esperado pela média 2015–2019, estimamos 702 mil óbitos em excesso no biênio pandêmico — e analisamos o retorno gradual ao patamar histórico.

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·6 minmetodologiapadronização etáriaestatística

Taxa bruta versus padronizada: por que rankings municipais enganam

Comparar municípios pela taxa bruta de mortalidade premia cidades jovens e pune as envelhecidas. A padronização por idade — e o intervalo de confiança — corrigem o engano.

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