SSaúde Pública BR

Metodologia

Esta página documenta integralmente como os indicadores são produzidos, para permitir avaliação crítica e reprodução independente. Todo o processamento é feito por um único script aberto (scripts/pipeline_v2.py).

1. Fontes de dados

2. Critérios de inclusão e derivações

3. Granularidade por período

Para caber em infraestrutura gratuita sem sacrificar o essencial, a base publica detalhe demográfico completo a partir de 2022 (capítulo × sexo × faixa etária) e, para 2015–2021, totais e marginais (por capítulo, por sexo e por faixa — sem cruzamentos entre eles). Os marts de causa (3 caracteres) e as séries mensais por UF cobrem todos os anos.

4. Taxa padronizada por idade

Método direto: a taxa específica de cada faixa etária do município é ponderada pela estrutura etária de uma população padrão — aqui, a do Brasil no Censo 2022. Isso remove o efeito da composição etária e torna municípios comparáveis (um município envelhecido não aparece "pior" só por ser envelhecido).

5. Intervalos de confiança (IC95%)

A taxa bruta acompanha IC95% pelo método gamma (Poisson exato): limite inferior = qgamma(0,025; d)/pop, superior = qgamma(0,975; d+1)/pop. Em municípios pequenos o intervalo é largo — o painel sinaliza população < 10 mil hab. com ⚠ para evitar leituras indevidas de taxas instáveis.

6. Excesso de mortalidade

Para cada UF (e Brasil), o esperado do mês m do ano a é a média de óbitos do mesmo mês civil em 2015–2019, multiplicada pela razão entre a população de a e a população média 2015–2019. Excesso = observado − esperado. É um método transparente e replicável; não modela tendência secular nem sazonalidade além do mês civil (limitação declarada).

7. Validação automática

8. Limitações conhecidas

9. Privacidade

Nenhum microdado individual é publicado: o banco recebe apenas agregados (município × período × categoria), eliminando risco de reidentificação.